Com salários atrasados, merendeiras do estado podem paralisar atividades em PE

As merendeiras que trabalham nas escolas estaduais do Sertão pernambucano estão mais uma vez com salários atrasados. No entanto, elas aguardam o cumprimento da promessa de que o pagamento será feito até essa semana, para decidir se de fato paralisarão as atividades.
João Soares, presidente do Sindicato das Empresas Terceirizadas falou da paralisação das profissionais no programa Super Manhã, da Rádio Jornal e explicou a situação. De acordo com João, há dois meses as merendeiras estão com salários atrasados e tudo isso começou com a chegada da empresa Premium.
“Não se admite profissionais que estão preparando a merenda dos alunos e não tem como preparar a alimentação da família porque o salário que eles têm não aguenta dois meses”, enfatizou o presidente.
Ainda segundo João Soares, o sindicato já está tomando as providências necessárias para que as merendeiras sejam pagas. Isso inclui acionar a Justiça para o recebimento dos direitos e já existe uma ação agendada para 19 de julho, que pode ser favorável ao grupo.
Outro lado
O Blog entrou em contato com a Secretaria de Educação de Pernambuco, para saber se existe uma previsão para o pagamento dos salários em atraso e estamos aguardando uma resposta.

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As merendeiras que trabalham nas escolas estaduais do Sertão pernambucano estão mais uma vez com salários atrasados. No entanto, elas aguardam o cumprimento da promessa de que o pagamento será feito até essa semana, para decidir se de fato paralisarão as atividades.
João Soares, presidente do Sindicato das Empresas Terceirizadas falou da paralisação das profissionais no programa Super Manhã, da Rádio Jornal e explicou a situação. De acordo com João, há dois meses as merendeiras estão com salários atrasados e tudo isso começou com a chegada da empresa Premium.
“Não se admite profissionais que estão preparando a merenda dos alunos e não tem como preparar a alimentação da família porque o salário que eles têm não aguenta dois meses”, enfatizou o presidente.
Ainda segundo João Soares, o sindicato já está tomando as providências necessárias para que as merendeiras sejam pagas. Isso inclui acionar a Justiça para o recebimento dos direitos e já existe uma ação agendada para 19 de julho, que pode ser favorável ao grupo.
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